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Museu Fotográfico de Olhão
| Olhão: vista aérea em data incerta, por
volta de 1926 (data da inauguração da Av. Bernardino da Silva,
visível nesta fotografia embora com poucos edifícios).
Vê-se o sapal do Moinho do Levante e o actual local do Jardim Patrão Joaquim Lopes ainda cobertos de mar. |
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| Vista aérea de Olhão em 1930.
(Fonte: Cativo, Luciano Victor - Ainda Olhão e a indústria de conservas de peixe - 1ª Ed., Câmara Municipal de Olhão, Out. 2001) |
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| Moinho do Levante, entre a actual zona ocupada pelo Grupo Naval de Olhão e o Pingo Doce. |
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| Olhão: estaleiros de construção naval, já
desaparecidos, junto ao Moinho do Levante, dos irmãos e mestres José
e António da Graça, nos finais do séc.XIX. Estes estaleiros foram
transferidos da actual Av. 5 de Outubro para esta zona em 1857.
(Fonte: Iria, Alberto - Caíques do Algarve no sul de Angola - Instituto Hidrográfico, Lisboa, 1971) |
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| O mesmo estaleiro do José e António da
Graça.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Sapal do Moinho do Levante, provavelmente
na década de 1960, quando já não entrava água, e onde foi construído
na década de 1980 o actual supermercado Pingo Doce.
(Fonte: Villares, João - Olhão e Abílio Gouveia, o homem o historiador o olhanense - Câmara Municipal de Olhão, 1994) |
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| Olhão: estaleiros de construção naval, já
desaparecidos, de mestre Bento, contíguos ao dos mestres e irmãos
José e António Graça, na Banda do Levante, no final do séc.XIX.
(Fonte: Iria, Alberto - Caíques do Algarve no sul de Angola - Instituto Hidrográfico, Lisboa, 1971) |
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| Olhão: estaleiros de construção naval, já
desaparecidos, de mestre João da Carma, na chamada Banda da Barreta
ou do Ponente, com caíques ancorados em frente e, em último plano, à
esquerda, o velho barco da lota, com telheiro, nos finais do
séc.XIX.
(Fonte: Iria, Alberto - Caíques do Algarve no sul de Angola - Instituto Hidrográfico, Lisboa, 1971) |
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| Tubarão caçado em 1902, e seguidamente
exposto na actual Av. 5 de Outubro, provavelmente em frente à actual
Doca's Pizza. Embora o postal tenha a informação que
seria uma baleia, a análise do animal não deixa margem para
dúvidas: era um tubarão, provavelmente um tubarão-frade, espécie
que abunda no Atlântico Norte, é por vezes avistado nas nossas
costas, e pode atingir dimensões consideráveis como foi o caso
deste exemplar.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Outra fotografia com o mesmo tubarão. |
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| Vista da actual Av. 5 de Outubro em 1908
(antes da construção dos Mercados, em 1912).
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Ampliação da imagem anterior.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Descarga de peixe na Rampa do Caduca
(provavelmente junto ao actual "T"), nos anos de 1920.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Outra vez, a Rampa do Caduca?
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Descarga do
peixe.
(Foto apresentava carimbo referindo "Secção de Finanças de Lisboa - 3º Bairro, 7 de Janeiro de 1954, Imposto de selo, nº 2448") |
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| Lota de Olhão, actualmente o "T". Antes a
lota era uma barca coberta, fundeada na ria.
(Fonte: Cativo, Luciano Victor - Ainda Olhão e a indústria de conservas de peixe - 1ª Ed., Câmara Municipal de Olhão, Out. 2001) |
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| Galeões atracados à doca.
(Fonte: Cativo, Luciano Victor - Ainda Olhão e a indústria de conservas de peixe - 1ª Ed., Câmara Municipal de Olhão, Out. 2001) |
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| Galeão "Estrela do Sul" nos anos de 1950?
(Foto cedida pelo sr. José Francisco Bruno) |
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| Moinho do Sobrado, foi estaleiro e
actualmente é o local do Grupo Naval de Olhão.
(Fonte: Barbosa, José - Visto e ouvido... em Olhão... reflexões - Câmara Municipal de Olhão, 1993). |
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| O descabeçar de peixe numa fábrica de
conservas em 1920-30.
(Fonte: Cativo, Luciano Victor - Ainda Olhão e a indústria de conservas de peixe - 1ª Ed., Câmara Municipal de Olhão, Out. 2001) |
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| Fábrica do Fialho, perto da Praia do Pedro
Zé (actuais estaleiros da zona industrial de Olhão).
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Banda do Levante: na zona da Praia do
Pedro Zé?
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Barcos de pesca em Olhão.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Av. 5 de Outubro com a Fábrica
"Conserveira do Sul" ao fundo, muitas vezes apelidada de "Fábrica
Velha" por ter sido a primeira fábrica de conservas (fundada
provavelmente em 1881). À direita um braço de mar que foi após 1950
aterrado para dar origem ao Jardim Patrão Joaquim Lopes. Na parte
inferior vemos à esquerda um armazém da então Junta dos Portos, e à
direita, o que parece ser um poço era, afinal, um urinol.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Av. 5 de Outubro com a Fábrica "Delory" ao
fundo (esta foi a Chamada "Fábrica Velha"por ter sido a primeira
fábrica de conservas de Olhão, fundada por volta de 1881 por uma
grande empresa francesa, os "Établissements F. Delory", com sede em
Lorient, na Bretanha). Os seus gerentes foram: Sr. Bézier no início
e, por volta de 1911, o sr. Massé que com a sua mulher optou por
residir definitivamente em Olhão, tendo as suas filhas casado na
nossa terra com olhanenses.
(Foto cedida pelo Sr. João Lázaro) |
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| Av. 5 de Outubro com vista para a Mercado
do Peixe (portanto, já depois de 1915, data da inauguração dos
mercados).
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Os Mercados na década de 1940 (estes
Mercados foram construídos entre 1912 e 1915, numa época em que o
ferro estava na moda como material nobre de construção
urbana).
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Os Mercados antes dos aterros para a construção do Jardim Pescador Olhanense. Este Jardim foi inaugurado em 1984. Não sei quando se iniciaram os aterros, mas julgo que esta fotografia datará da década de 1970. |
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| Os Mercados: fotografia tirada da zona
onde actualmente se situa o "T".
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Pescadores e, ao fundo, os Mercados: fotografia tirada na década de 1950, da zona onde actualmente se situa o "T", antes dos aterros para a construção do Jardim Patrão Joaquim Lopes, que tiveram início no final desta década. |
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| Pescadores e, ao fundo, o "T", antes dos aterros para a construção do Jardim Patrão Joaquim Lopes que tiveram início no final da década de 1950 mas só foi inaugurado em 1967. Vêm-se lanchas e outras embarcações antigas. |
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| Ao fundo, o "T", antes dos aterros para a construção do Jardim Patrão Joaquim Lopes (inaugurado em 1967). Vêm-se várias embarcações antigas, quase todas ainda à vela (lanchas, saveiros, etc.). |
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| O Porto de Pesca foi inaugurado em 1956 mas esta foto datará provavelmente já da década de 1970, porque se avista o edifício Siroco, construído nesta década. |
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| Edifício da Alfândega na década de1910.
Este edifício ainda existe no actual Largo Patrão Joaquim Lopes.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Dia de Olhão em 1924 (na época era o dia de S. João, 24 de Junho): este ano foi especialmente comemorado por o Sporting Clube Olhanense ter-se sagrado Campeão Nacional. O dia foi certamente comemorado com provas de natação e outras provas desportivas náuticas. Nesta imagem vemos um atleta do Sporting Clube Olhanense num saveiro perto do "Bate-estacas". |
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| Avenida 5 de Outubro onde se avista apenas o Mercado do Peixe, inaugurado em 1866 mas ainda não se tinha construído o Mercado dos Legumes (iniciados em 1912). |
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| Avenida 5 de Outubro ainda antes da construção do Mercado dos Legumes (iniciados em 1912). Visualiza-se a Alfândega, um pouco à esquerda. |
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| Mercado diário de frutas, hortaliças e frutos secos, ao ar livre, criado em 1871, entre o lado Norte da Igreja Matriz e o então Hotel Franco-Português (em 1899 nasce também aqui um mercado mensal de gado e um mercado semanal de cereais, farinhas, legumes e frutos secos). Estes mercados cessam em 1917, com a inauguração dos actuais Mercados Municipais, junto à Ria. |
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| Pátio central entre os dois Mercados inaugurados em 1916. |
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| Década de 1910: em primeiro plano vemos
uma fiada de casas brancas que limita a actual Travessa 18 de Junho
(atrás do actual edifício Al-Hain). À direita vemos um barracão que
foi o primeiro cinema de Olhão (cinema Apolo) e actualmente tem o
prédio do Topa A seguir, ao longo da Rua 18 de Junho, ainda
existe um prédio de 1º andar com sacada de ferro e actualmente
forrado a azulejos. Adiante também ainda existe um prédio com dois
telhados em bico mas que actualmente tem um destes telhados
transformado em varanda. Mais adiante, está um prédio com
balaustrada em toda a varanda que foi morada de Zé
da Mónica. Vê-se ao fundo uma estrada ladeada de árvores que
seria o seguimento da R. 18 de Junho até à actual EN 125. Ao fundo e
no centro da fotografia vemos o cemitério já com jazigos e à direita
do cemitério a Horta do Pádua com um aqueduto de transporte de água.
(informações fornecidos pelo Sr. Manuel António Farracha e foto retirada de " Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995") |
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| Outro exemplo cubista de Olhão em data incerta, com as suas açoteias e mirantes. |
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| Outro exemplo cubista de Olhão em data incerta, com as suas açoteias e mirantes. |
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| Outro exemplo cubista de Olhão em data incerta, com as suas açoteias e mirantes. |
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| Travessa António Bento (actualmente, uma
face lateral do restaurante O Bote, na Avenida 5 de Outubro)
na década de 1910.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O
Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve
- Caminho, 1995 |
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| Rua Almirante Reis, perto da cerca do
comboio, que se vê ao fundo e à direita.
Actualmente, o friso de casas à esquerda mantém-se, embora quase irreconhecível, porque cada casa está coberta de azulejos diferentes, assim como portas e janelas de alumínio diferentes... (Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| R. Pinheiro Chagas (entre a R. Dr.
Alberto Iria e a R. Manuel de Arriaga) no Bairro da Barreta: durante
as marés vivas de Setembro o mar invadia estas ruas.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Igreja da Soledade.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Panorama de Olhão, visualizando-se em
baixo os telhados do Compromisso Marítimo e, mais adiante, a Igreja
da Soledade.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Compromisso Marítimo, onde actualmente se
situa o Museu da Cidade, no Largo da Restauração, em frente da
Igreja Matriz. A porta da esquerda dava entrada à Farmácia. A
construção deste edifício finalizou em 1771.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Outra fotografia do Compromisso Marítimo,
de um postal que tem o carimbo datado de 7 de Dezembro de 1922.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Farmácia do Compromisso Marítimo, por
volta de 1938. Os seus funcionários eram da esquerda para a direita:
Francisco Elias Martins (neste momento apenas praticante,
mais tarde seria ajudante de farmácia), Armando Nunes Figueiredo
(ajudante de farmácia), Joaquim José dos Reis júnior
(Director Técnico, foi o último farmacêutico do Compromisso), Germano
Eurico Pacheco (ajudante), Maria Judite Lopes dos Reis
(filha do farmacêutico). A criança poderá ser Rosinha Reis
(irmã de Maria Judite Lopes dos Reis).
(Fonte: Villares, João - Olhão e Abílio Gouveia, o homem o historiador o olhanense - Câmara Municipal de Olhão, 1994) |
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| Plateia do Cine-Teatro de Olhão, anos de
1960.
(Fonte: Villares, João - Olhão e Abílio Gouveia, o homem o historiador o olhanense - Câmara Municipal de Olhão, 1994) |
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| Exterior do Cine-Teatro na Avenida da República no início dos anos de 1950 porque embora vejamos o Cine-Teatro, inaugurado em 1912, foi em 1946 que lá se construíram as 3 portas de entrada visíveis na foto. A atual Caixa Geral de Depósitos ainda não é visível e foi inaugurada em finais da década de 1950. |
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| Largo da Restauração, com a Igreja Matriz
à direita. O monumento da Restauração foi inaugurado em
20 de Setembro de 1931, com a promessa nunca cumprida que
iria ainda ser completado posteriormente com a escultura de um
caíque em bronze (referência de Alberto Iria em “Do Algarve ao Brasil no caíque de pesca ‘Bom
Sucesso’ em 1808”.
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| À esquerda temos o edifício anexo à Igreja
Matriz, onde actualmente se encontra a secretaria da Igreja Matriz.
Este edifício chegou a ser em tempos uma taberna, posteriormente
passou a ser a Junta de Freguesia de Olhão e só após o 25 de Abril
passou a funcionar como anexo à Igreja.
À direita vemos que ainda não tinha sido construído o Cine-Teatro ou "Cinema Velho", fundado apenas em 1912. (Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Primeiro troço da Avenida da República
(quando ainda se chamava Av. D. Luiz) em data anterior a 1910. Este
troço foi construído em 1873, tendo sido colocados 10 candeeiros a
petróleo em 1877. Nesta fotografia visualiza-se um destes
candeeiros. Só em 1918 aparecem os candeeiros elétricos.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Avenida da República na década de 1910.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Avenida da República.
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Avenida da República (certamente antes de
1912, porque não se vê o Cine-Teatro, fundado nesta data). Os
candeeiros são a óleo porque a rede elétrica foi inaugurada só em
1918.
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão)
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| A Avenida da República
engalanada durante a visita do Rei D. Carlos e Rainha D. Amélia, em
Outubro de 1897.
(Foto retirada de "Marques, Maria da Graça Maia - O Algarve da antiguidade aos nossos dias: elementos para a sua história - Ed. Colibri, Lisboa, 1999, ISBN 972-772-064-I, p.611") |
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| A Avenida da República engalanada durante
outra visita do Rei D. Carlos e Rainha D. Amélia, em 19 de Junho de
1898.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Final da Avenida da República engalanada durante a visita do Rei D. Carlos e Rainha D. Amélia, em 19 de Junho de 1898. |
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| Avenida da República entre
1900 e 1903, atendendo ver-se em construção o Jardim João Serra
(inaugurado com a Estação de Comboios em 1903).
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Avenida da República.
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Carnaval de 1940: duas fotos
de um carro alegórico sobre a "Casa do pescador olhanense" da
responsabilidade da Sociedade Recreativa Olhanense (ou "Recreativa
Rica") e uma terceira foto com as crianças que entraram nesse carro,
muitas delas já falecidas...
(Fotos cedidas pela minha mãe, Maria Eduarda Paula Brito) |
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| Avenida da República na
década de 1950, atendendo que o passeio central já estava empedrado
(em 1949) e ainda não tinha sido construído o Palácio de Justiça
(inaugurado em 14 de julho de 1963).
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Avenida da República, também na década de 1950. |
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| Avenida da República, na
confluência com a R. 18 de Junho, antes de 1960, porque não vemos
ainda o actual edifício da Estação dos Correios, inaugurado em 1961.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Avenida da República, na confluência com a R. 18 de Junho. Vemos o actual edifício da Estação dos Correios inaugurado em 1961. |
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| Avenida da República, com o Jardim João
Lúcio à esquerda, no início dos anos de 1950 porque embora vejamos o
Cine-Teatro, inaugurado em 1912, foi nesta década de 1950 que lá se
construíram as 3 portas de entrada visíveis na foto. A atual Caixa
Geral de Depósitos ainda não é visível e foi inaugurada em finais
desta década. O Jardim João Lúcio, assim como o busto que lá se
encontra, de homenagem ao poeta, foi construído em 1925.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Jardim João Lúcio, no início da Avenida da
República. À direita actualmente localiza-se o Centro Comercial
Al-Hain. Infelizmente todos estes edifícios foram substituídos por
prédios altos.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Poço Novo, no ano de 1862, construído no
final do primeiro Passeio Público em 1835, ou seja, na confluência
entre a actual Avenida da República e a Rua General Humberto Delgado
(em frente da Sociedade Recreativa Progresso Olhanense) e
encerrado em 1899 devido à má qualidade da sua água. Chamava-se Poço
Novo em oposição ao Poço Velho, este situado no final da actual
Avenida da República, junto ao Jardim João Serra, e que terá sido
construído por volta de 1680.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Poço das Bombas à esquerda, na Avenida da
República. Este poço foi construído em 1890 na confluência da actual
Rua das Lavadeiras com a Av. da República. Actualmente existe no
local uma pequena fonte luminosa com repuxo e perto há um painel de
azulejos de Jorge Timóteo com um desenho do antigo poço.
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Avenida da República no dia da queda de um nevão em 1954 |
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| EN 125 junto da actual entrada para a Rua do Parque da Ria Formosa no dia do nevão que caiu em 1954 |
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| Novamente o Poço das Bombas, na Avenida da República, com alguns aguadeiros (criado em 1890). |
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| Aguadeiro: o último terá cessado a sua
actividade antes de 1955, data em que se fecharam definitivamente
todos os poços públicos de abastecimento. A rede de abastecimento
público foi inaugurada em 1953.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| O último aguadeiro de Olhão, conhecido por Joaquim Aguadeiro (o seu carro encontra-se actualmente no Museu da Pontinha, em Faro). |
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| Jardim João Serra, destruído parcialmente
aquando da construção do actual Edifício do Palácio da Justiça
(inaugurado em 1963).
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Jardim João Serra, com a Estação de Comboios em frente. |
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| Jardim João Serra - final da Avenida da
República - com o Poço Velho e o depósito elevado ali construído em
1925.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Jardim João Serra com o Poço Velho e o
depósito elevado (1925).
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Jardim João Serra (anos de 1950). |
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| Jardim João Serra, com o Poço Velho e o
Depósito (1925) a partir do qual se iniciou a primeira rede de
abastecimento público de água de Olhão.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Jardim João Serra, com um aguadeiro que certamente iria encher as suas vasilhas de água ao Depósito. |
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| Rua do Comércio: à direita a saída para a
Rua Mouzinho de Albuquerque, em cima à esquerda vê-se o campanário
da Igreja Matriz e, no final da rua, a casa onde actualmente é a
secretaria desta Igreja.
Esta fotografia terá sido tirada na década de 1920 ou mesmo antes, atendendo que a Rua do Comércio tornou-se pedonal após 1933. Nessa época chamava-se Rua do Rosário. (Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| R. do Comércio na década de 1910 (então
chamada Rua do Rosário).
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| R. do Comércio na década de 1920 (então
chamada Rua do Rosário).
(Fonte: Villares, João - Olhão e Abílio Gouveia, o homem o historiador o olhanense - Câmara Municipal de Olhão, 1994) |
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| R. do Comércio em data incerta, provavelmente já na década de 1950. |
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| Paços do Concelho (traseiras do edifício
camarário), actualmente a R. Teófilo Braga. Este edifício, à
esquerda, foi construído em 1896.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Vista geral de Olhão, da zona da actual
Estrada 125. Vê-se ao fundo a Av. da República e no final a Igreja
Matriz. Nesta época ainda não existia a Av. Bernardino da Silva
(construída só em 1926).
Na zona central da fotografia vê-se um um comboio a sair da Estação, o que prova que esta fotografia foi tirada após 1904 (data do primeiro comboio). (Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Lugar onde actualmente se encontra a
Praça Agadir. Vê-se o início da Av. Bernardino da Silva (construída
em 1926) e o antigo Hospital da Nossa Sra. da Conceição à direita.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Avenida Bernardino da Silva |
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| Estação dos comboios (construída de 1903 a
1904). O comboio chegou a Olhão em 1904 e a Vila Real de Sto António
em 1906.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Estação dos comboios. Só em 28 de Março de
1904 chegou a primeira locomotiva a Olhão, no que hoje em dia se
chama "a viagem técnica". A Estação foi inaugurada em 15 de Maio de
1904, quando ali chegou o primeiro comboio para serviço do
público. A partir desse dia passou a haver 6 comboios diários:
2 vindos de Lisboa por Beja e 2 de Olhão para Lisboa (com 1ª, 2ª e
3ª classes); e mais um de Faro para Olhão de manhã, e outro para
regresso à tarde (com apenas 2ª e 3ª classes).
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Vista da Av. da República (antiga cancela
de passagem ferroviária onde actualmente existe um viaduto) nos anos
de 1950, atendendo que o passeio central já estava empedrado (em
1949) e ainda não tinha sido construído o Palácio de Justiça
(inaugurado em 14 de julho de 1963).
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Fotografia do Hospital da Nossa Sra. da
Conceição, também nos anos de 1950, tirada do depósito de água
do Poço Velho, que se vê na anterior fotografia.
(Foto cedida pela Casa de Fotografia "Algarve" - R. 18 de Junho, nº 33, Olhão) |
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| Hospital da Nossa Sra. da Conceição,
iniciada a sua construção em 1-7-1884 com fundos do Compromisso
Marítimo e doações particulares, e inaugurado em 24-6-1918. Foi
ainda reconstruído e adaptado pela Casa dos Pescadores em 29-7-1945.
Na parede do hospital figuram tabuletas com estas informações.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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| Chalé Victoria Saias: fotografia tirada
nos anos de 1960. A estradita que
se vê na fotografia é a Estrada 125. Este Chalé está em ruínas,
sendo possível ainda hoje ver a triste decadência a que chegou ...
(Foto cedida por Maria Nascimento Brito Lata) |
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| Vila Garrocho na década de 1910 (terá
pertencido aos descendentes de Manuel Martins Garrocho? mestre do
caíque Bom Sucesso que, em 1808, foi avisar o Rei da expulsão das
tropas napoleónicas de Portugal?). Este chalé estava implantado no
lado oeste da actual Avenida Bernardino da Silva.
(Fonte: Passos, José Manuel Silva - O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana do Algarve - Caminho, 1995) |
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| Bairro dos Pescadores. provavelmente já na década de 1960. |
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| Clube Verdi, orquestra musical com 23
instrumentos de corda e sopro, criada em Olhão no séc.XIX pelo Dr.
José Maria de Pádua, pai, (na fotografia encontra-se escrito Clube
Verdi, Olhão, 1º de Janeiro de 1870). 14 anos depois, em
1884, o Dr. Bernardino da Silva, que foi professor do Dr.
Francisco Fernandes Lopes desde os seus 12 anos, funda a
Academia dos Amadores da Música.
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres; também existente em "Marques, Maria da Graça Maia - O Algarve da antiguidade aos nossos dias: elementos para a sua história - Ed. Colibri, Lisboa, 1999, ISBN 972-772-064-I, pp.463") |
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| Carroça do lixo ou a carroça da "pipa", ou
seja, a carroça que recolhia a urina e as fezes, antes da existência
da rede de esgotos (a carroça da pipa desapareceu em 1931 devido à
construção dos esgotos iniciada em 1925 pelo então Presidente da
Câmara, Capitão
João Carlos de Mendonça), e a carroça do lixo só desapareceu
no final da década de 1970, quando o Presidente da Câmara Carlos
Viegas fez a primeira aquisição de camiões do lixo!!!
(Fonte: Villares, João - Olhão e Abílio Gouveia, o homem o historiador o olhanense - Câmara Municipal de Olhão, 1994) |
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| Vendedor de carvão e óleo em 1960
(Fernando Pedro Afonso, em 2014 vivia em França)
(Foto cedida pelo filho, Custódio Afonso) |
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| Mulheres de Bioco
(Foto cedida pela Junta de Freguesia de Olhão - Sr. João Peres) |
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Nota: Muitas destas fotos poderão ser compradas na Moldurolhão - Estrada Nacional 125, nº111, Olhão, frente ao Estádio Padinha, Telef. 289 723 970 ou 917 716 095.
Se tiver fotografias antigas do Concelho de Olhão, e quiser disponibilizá-las nesta página, agradecemos o seu envio, já digitalizadas ou, em alternativa, o seu contacto para apos.olhao@gmail.com, de forma a combinar-se a entrega para digitalização, após o que as mesmas serão rapidamente devolvidas. Obrigado.
António Paula Brito de Pina